1. caosaugusta:

Domingo 3.6.12 Mamma Vendetta A roqueira e diretora de arte Alê Maestro apresenta bandas de rock bruto e sem firula da cena subterrânea nacional. Neste domingo a dupla catarinense Golden Jivers apresenta seu show veloz e cheio de distorção. No repertório: blues punk e rock’n’roll podreira. Além de Mamma, os DJs são o vocalista Psycho Padovano (Gasolines / Reis do Lixo) e o músico e produtor Mr. Alabama da banda paulistana Human Trash e estúdio Caffeine. Bar abre 19h, $20 (consuma), não há lista aos domingos, festa encerra à meia-noite.

    caosaugusta:

    Domingo 3.6.12 Mamma Vendetta A roqueira e diretora de arte Alê Maestro apresenta bandas de rock bruto e sem firula da cena subterrânea nacional. Neste domingo a dupla catarinense Golden Jivers apresenta seu show veloz e cheio de distorção. No repertório: blues punk e rock’n’roll podreira. Além de Mamma, os DJs são o vocalista Psycho Padovano (Gasolines / Reis do Lixo) e o músico e produtor Mr. Alabama da banda paulistana Human Trash e estúdio Caffeine. Bar abre 19h, $20 (consuma), não há lista aos domingos, festa encerra à meia-noite.

    10 hours ago  /  1 note  /   /  Source: caosaugusta

  2. Margaret Doll Rod “Enchanté” LP. Eu tinha 24 anos quando Margaret me deu esse vinil — era minha primeira turnê com um artista gringo. Éramos eu, Marco Butcher (formávamos o duo Black Mambas), Debbie da Ordinary Recordings e Margaret em formato “one woman band”. Começamos em SP na Casa Belfiore original (numa noite fenomenal que ainda teve Thee Butchers’ Orchestra com o Zé na batera) e, entre outras datas, seguimos para interior de SP (Campinas, Bauru etc) e até Campo Grande, onde pude cantar com ela a tradicional “This Little Love Light Of Mine” (conhecida pela versão de Chuck Berry). Underground tour, com a rainha do rock de garagem. Inesquecível. E, já que o assunto é esse, neste fim de semana tem Golden Jivers em SP — também filhos do rock sem firulas dos Demolition Doll Rods, Gories, Oblivians e outros que moldaram as garagens dos anos 1980 em diante. Eles tocam hoje (sexta 1/6) no Tapas e domingo (3/6) no Caos. Não seja bunda mole: venha e testemunhe. (Taken with instagram)

    Margaret Doll Rod “Enchanté” LP. Eu tinha 24 anos quando Margaret me deu esse vinil — era minha primeira turnê com um artista gringo. Éramos eu, Marco Butcher (formávamos o duo Black Mambas), Debbie da Ordinary Recordings e Margaret em formato “one woman band”. Começamos em SP na Casa Belfiore original (numa noite fenomenal que ainda teve Thee Butchers’ Orchestra com o na batera) e, entre outras datas, seguimos para interior de SP (Campinas, Bauru etc) e até Campo Grande, onde pude cantar com ela a tradicional “This Little Love Light Of Mine” (conhecida pela versão de Chuck Berry). Underground tour, com a rainha do rock de garagem. Inesquecível. E, já que o assunto é esse, neste fim de semana tem Golden Jivers em SP — também filhos do rock sem firulas dos Demolition Doll Rods, Gories, Oblivians e outros que moldaram as garagens dos anos 1980 em diante. Eles tocam hoje (sexta 1/6) no Tapas e domingo (3/6) no Caos. Não seja bunda mole: venha e testemunhe. (Taken with instagram)

    2 days ago  /  0 notes  / 

  3. bamaloobamalama:

Em Florianópolis nem tudo é pele bronzeada, mulher bonita e argentino pagando mico. Desce o sol, sobe a lua e as baratas voam dos esgotos atrás de cerveja barata e fuzuê noturno. Muito provavelmente elas — las cucarachas — estão presentes em todos os concertos dos GOLDEN JIVERS, adoradores do rock de garagem frenético e blues não institucionalizado. Pela primeira vez na cidade mais imunda do Brasil, o duo catarinense formado por XANDO (batera) e BIRA (guitarra & voz) entope a rua Augusta de barulho primitivo e empobrecem a 3ª edição da BAMA LAMA no TAPAS com músicas de seu album homônimo de estreia, produzido no CAFFEINE STUDIO por MR. ALABAMA, DJ convidado da mesma noite. Ouça LITTLE HOUND DOG abaixo (foto por FRANCINE SCHWAMBACH)
<a href=”http://goldenjivers.bandcamp.com/track/little-hound-dog” data-mce-href=”http://goldenjivers.bandcamp.com/track/little-hound-dog”>Little Hound Dog by Golden Jivers</a>

    bamaloobamalama:

    Em Florianópolis nem tudo é pele bronzeada, mulher bonita e argentino pagando mico. Desce o sol, sobe a lua e as baratas voam dos esgotos atrás de cerveja barata e fuzuê noturno. Muito provavelmente elas — las cucarachas — estão presentes em todos os concertos dos GOLDEN JIVERS, adoradores do rock de garagem frenético e blues não institucionalizado. Pela primeira vez na cidade mais imunda do Brasil, o duo catarinense formado por XANDO (batera) e BIRA (guitarra & voz) entope a rua Augusta de barulho primitivo e empobrecem a 3ª edição da BAMA LAMA no TAPAS com músicas de seu album homônimo de estreia, produzido no CAFFEINE STUDIO por MR. ALABAMA, DJ convidado da mesma noite. Ouça LITTLE HOUND DOG abaixo (foto por FRANCINE SCHWAMBACH)

    4 days ago  /  4 notes  /   /  Source: bamaloobamalama

  4. Hoje às 23h no Tapas: Bama Lama Bama Loo com show dos The Dead Rocks + DJs Lenni Funk (Argentina), MZK, Les Mains Noires & Psycho. Gata da noite: Clara Averbuck. Me mandem sms para VIP. (Taken with Instagram at Tapas Club)

    Hoje às 23h no Tapas: Bama Lama Bama Loo com show dos The Dead Rocks + DJs Lenni Funk (Argentina), MZK, Les Mains Noires & Psycho. Gata da noite: Clara Averbuck. Me mandem sms para VIP. (Taken with Instagram at Tapas Club)

    2 weeks ago  /  0 notes  / 

  5. bamaloobamalama:

Os The Dead Rocks tocam nesta sexta (18/5) na BAMA LAMA! (2ª EDIÇÃO). Os são-carlenses (ou carlopolitanos) tem mais de dez anos de estrada e já rodaram por vários países (principalmente Europa) espalhando seu surf rock instrumental inspirado nas raízes do rock’n’roll (Chuck Berry & Link Wray, anos 1950), surf clássico (Surfaris & Dick Dale) e maestros dos 1960 (Ennio Morricone), além dos altos reverbes de bandas mais recentes como Los Straitjackets. Têm inúmeros discos lançados, inclusive com produção de Jack Endino. Dominando tanto palcos de pequenos clubes como de imensos festivais, o trio Marky Wildstone (bateria), Johnny Crash (guitarra) e Paul Punk (baixo) irá inundar o Tapas Club na próxima sexta (18/5)! Confirme presença e entre com desconto (R$ 15) aqui: http://on.fb.me/K6qeoU (foto por Nina Bruno)

    bamaloobamalama:

    Os The Dead Rocks tocam nesta sexta (18/5) na BAMA LAMA! (2ª EDIÇÃO). Os são-carlenses (ou carlopolitanos) tem mais de dez anos de estrada e já rodaram por vários países (principalmente Europa) espalhando seu surf rock instrumental inspirado nas raízes do rock’n’roll (Chuck Berry & Link Wray, anos 1950), surf clássico (Surfaris & Dick Dale) e maestros dos 1960 (Ennio Morricone), além dos altos reverbes de bandas mais recentes como Los Straitjackets. Têm inúmeros discos lançados, inclusive com produção de Jack Endino. Dominando tanto palcos de pequenos clubes como de imensos festivais, o trio Marky Wildstone (bateria), Johnny Crash (guitarra) e Paul Punk (baixo) irá inundar o Tapas Club na próxima sexta (18/5)! Confirme presença e entre com desconto (R$ 15) aqui: http://on.fb.me/K6qeoU (foto por Nina Bruno)

    2 weeks ago  /  1 note  /   /  Source: bamaloobamalama

  6. Capacete do Coco, The Electronic Monkey Wizard. O elmo espacial do Man Or Astro-Man? foi a atração da noite ontem no camarim do Cine Joia. Além dos nerds norte-americanos, o backstage foi tomado pelos Dead Rocks, Marcelo (boludo!!!) dos Tormentos e Gabriel dos Autoramas. Tipo a realeza do surf das Américas reunida. Foi a primeira vez que fui ao Cine Joia, fiquei impressionado com a qualidade do som, ambiente etc. Achei o palco um pouco alto demais (bom, é que sou fã de banda tocando no chão), mas é algo que faz sentido quando se está no fundo e laterais da casa. Como comparação, para shows de médio porte o Joia é muito melhor que o clube Clash, que além de ter um dos piores nomes de clube dos últimos tempos, é frio, desengonçado e sem graça. (Taken with Instagram at Cine Joia)

    Capacete do Coco, The Electronic Monkey Wizard. O elmo espacial do Man Or Astro-Man? foi a atração da noite ontem no camarim do Cine Joia. Além dos nerds norte-americanos, o backstage foi tomado pelos Dead Rocks, Marcelo (boludo!!!) dos Tormentos e Gabriel dos Autoramas. Tipo a realeza do surf das Américas reunida. Foi a primeira vez que fui ao Cine Joia, fiquei impressionado com a qualidade do som, ambiente etc. Achei o palco um pouco alto demais (bom, é que sou fã de banda tocando no chão), mas é algo que faz sentido quando se está no fundo e laterais da casa. Como comparação, para shows de médio porte o Joia é muito melhor que o clube Clash, que além de ter um dos piores nomes de clube dos últimos tempos, é frio, desengonçado e sem graça. (Taken with Instagram at Cine Joia)

    3 weeks ago  /  0 notes  / 

  7. bamaloobamalama:

Um pouco sobre a estreia da Bama Lama desta sexta (4/5) no Tapas: Atração da festa, a banda Modulares foi formada em 2007 com o encerramento das atividades de outra banda mod paulistana, o Laboratório SP. O atual quarteto é bem conhecido no panorama rocker da cidade, fazendo shows energéticos em pequenos clubes do subterrâneo. Cultuadores das bandas inglesas do fim dos anos 1960 e 1970, como Yardbirds, Dr. Feelgood e The Jam, os Modulares fortalecem seus shows com o carisma do líder, vocalista e guitarrista rítmico Jun Santos (que também toca no Rock Rocket), além de Fabio Barbosa (ex-Gasolines, batera), Rafael Roque (contrabaixista, também dos Skywalkers) e Pedro Carvalho, guitarrista solista. Escute “Refém do Invisível” dos Modulares. Já no lado das pick-ups a história é um pouco diferente. O convidado especial desta edição é J.J. Whitefield, exímio guitarrista do combo de deep funk alemão Poets Of Rhythm (funk profundo e cru, inspirado em suas origens negras do fim dos anos 1960, como Eddie Bo). Ele faz DJ set com compactos 45rpm de funk, soul, afro e hip hop e está em SP para a Virada Cultural, onde tocará guitarra na apresentação não menos imperdível do lendário ganense Ebo Taylor às 20h30 de sábado no palco Júlio Prestes. J.J. divide as pick-ups da Bama Lama com Paulão, DJ campineiro e lenda dos vinís no Brasil. Escute “Ham Gallery” do Poets Of Rhythm. Nos vemos na festa! Lista de $15 no euquerobamalama@gmail.com

    bamaloobamalama:

    Um pouco sobre a estreia da Bama Lama desta sexta (4/5) no Tapas: Atração da festa, a banda Modulares foi formada em 2007 com o encerramento das atividades de outra banda mod paulistana, o Laboratório SP. O atual quarteto é bem conhecido no panorama rocker da cidade, fazendo shows energéticos em pequenos clubes do subterrâneo. Cultuadores das bandas inglesas do fim dos anos 1960 e 1970, como Yardbirds, Dr. Feelgood e The Jam, os Modulares fortalecem seus shows com o carisma do líder, vocalista e guitarrista rítmico Jun Santos (que também toca no Rock Rocket), além de Fabio Barbosa (ex-Gasolines, batera), Rafael Roque (contrabaixista, também dos Skywalkers) e Pedro Carvalho, guitarrista solista. Escute “Refém do Invisível” dos Modulares. Já no lado das pick-ups a história é um pouco diferente. O convidado especial desta edição é J.J. Whitefield, exímio guitarrista do combo de deep funk alemão Poets Of Rhythm (funk profundo e cru, inspirado em suas origens negras do fim dos anos 1960, como Eddie Bo). Ele faz DJ set com compactos 45rpm de funk, soul, afro e hip hop e está em SP para a Virada Cultural, onde tocará guitarra na apresentação não menos imperdível do lendário ganense Ebo Taylor às 20h30 de sábado no palco Júlio Prestes. J.J. divide as pick-ups da Bama Lama com Paulão, DJ campineiro e lenda dos vinís no Brasil. Escute “Ham Gallery” do Poets Of Rhythm. Nos vemos na festa! Lista de $15 no euquerobamalama@gmail.com

    1 month ago  /  1 note  /   /  Source: bamaloobamalama

  8. Nesta sexta (4/5) começo festa nova no Tapas Club (rua Augusta, 1246) com meu sócio francês: o DJ e record digger Les Mains Noires. Junta-se a nós a escritora gaúcha e amiga Clara Averbuck, anfitriã da festa. Chama-se Bama Lama Bama Loo, nome inspirado na canção homônima de Little Richard, e trará quinzenalmente shows de bandas (seja de rock, jazz, latino, hip hop etc) com DJ sets variados. No dia do Otis Trio por exemplo (29/6), banda de jazz nervoso, discoteca Alê Kanashiro, guitarrista dos Gasolines. Outros DJs rotativos são Mr. Alabama (músico e produtor do Caffeine Sound Studio), MZK (ilustrador e DJ muito preza, de curriculum quase infinito) e Peba Tropikal, meu companheiro de Na Mantega! e VENENO Soundsystem. A festa começa 23h e tem show dos mod punks Modulares mais DJs sets do gringo J.J. Whitefield, líder da banda alemã oitentista de deep funk Poets Of Rhythm, e de Paulão Sakae Tahira, um dos maiores entendidos de grooves no Brasil. Fino! Outras bandas já agendadas são The Dead Rocks (18/5), Golden Jivers (1/6) e Anjo Gabriel (16/6). Mais infos no site bamalamabamaloo.com

    Nesta sexta (4/5) começo festa nova no Tapas Club (rua Augusta, 1246) com meu sócio francês: o DJ e record digger Les Mains Noires. Junta-se a nós a escritora gaúcha e amiga Clara Averbuck, anfitriã da festa. Chama-se Bama Lama Bama Loo, nome inspirado na canção homônima de Little Richard, e trará quinzenalmente shows de bandas (seja de rock, jazz, latino, hip hop etc) com DJ sets variados. No dia do Otis Trio por exemplo (29/6), banda de jazz nervoso, discoteca Alê Kanashiro, guitarrista dos Gasolines. Outros DJs rotativos são Mr. Alabama (músico e produtor do Caffeine Sound Studio), MZK (ilustrador e DJ muito preza, de curriculum quase infinito) e Peba Tropikal, meu companheiro de Na Mantega!VENENO Soundsystem. A festa começa 23h e tem show dos mod punks Modulares mais DJs sets do gringo J.J. Whitefield, líder da banda alemã oitentista de deep funk Poets Of Rhythm, e de Paulão Sakae Tahira, um dos maiores entendidos de grooves no Brasil. Fino! Outras bandas já agendadas são The Dead Rocks (18/5), Golden Jivers (1/6) e Anjo Gabriel (16/6). Mais infos no site bamalamabamaloo.com

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  9. Maracas a postos! Psycho & os Gasolines invadem Campinas neste sábado (21/4) a caminho do mitológico Bar do Zé (festa Casbah Club). Estamos com set novo cheio de surf das arábias. Venha ser conquistado. COME WITH ME TO THE CASBAH, MY LITTLE ONE!!! OH NO!! UUUUAAAAAAAHHHHHHHHHH! (Foto por Daniela Ometto do nosso show em dezembro do ano passado no extinto Beat Club)

    Maracas a postos! Psycho & os Gasolines invadem Campinas neste sábado (21/4) a caminho do mitológico Bar do Zé (festa Casbah Club). Estamos com set novo cheio de surf das arábias. Venha ser conquistado. COME WITH ME TO THE CASBAH, MY LITTLE ONE!!! OH NO!! UUUUAAAAAAAHHHHHHHHHH! (Foto por Daniela Ometto do nosso show em dezembro do ano passado no extinto Beat Club)

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  10. The Rivieras “Let’s Have A Party” #rivieras #party #lp #vinil #vinyl (Taken with instagram)

    The Rivieras “Let’s Have A Party” #rivieras #party #lp #vinil #vinyl (Taken with instagram)

    1 month ago  /  1 note  / 

  11. Fotos incríveis do show dos Modulares no Sattva (sábado passado) estão no álbum do fotógrafo punk rocker Mateus Mondini, também sócio da loja de discos The Records e conhecido de longa data pela galera de SP. Nesse show cantei duas músicas: “Coração de Pedra” (Os Jovens) e “I’m A Man” (Bo Diddley). Com a presença na plateia de Alexandre Kanashiro (Gasolines), Debbie Cassano (Ordinary Recordings), Marcio Fidelis (Scooteria Paulista), Davilym Dourado e Gernot, essa noite foi foda. Valeu a todos.

    Fotos incríveis do show dos Modulares no Sattva (sábado passado) estão no álbum do fotógrafo punk rocker Mateus Mondini, também sócio da loja de discos The Records e conhecido de longa data pela galera de SP. Nesse show cantei duas músicas: “Coração de Pedra” (Os Jovens) e “I’m A Man” (Bo Diddley). Com a presença na plateia de Alexandre Kanashiro (Gasolines), Debbie Cassano (Ordinary Recordings), Marcio Fidelis (Scooteria Paulista), Davilym Dourado e Gernot, essa noite foi foda. Valeu a todos.

    1 month ago  /  0 notes  / 

  12. Hoje (quinta 5/4) Os Haxixins, cavaleiros alucinados da zona lost, se apresentam no clube Tapas (rua Augusta, 1246) a partir das 23h. Eles me convidaram para discotecar as barulheiras de costume e cantar junto “Ten O’ Clock” dos cucarachas ? And The Mysterians que estará no disco Reis do Lixo. Foto que ilustra o post é do último show do quarteto em SP (24/2/12) por Guido Hunn.

    Hoje (quinta 5/4) Os Haxixins, cavaleiros alucinados da zona lost, se apresentam no clube Tapas (rua Augusta, 1246) a partir das 23h. Eles me convidaram para discotecar as barulheiras de costume e cantar junto “Ten O’ Clock” dos cucarachas ? And The Mysterians que estará no disco Reis do Lixo. Foto que ilustra o post é do último show do quarteto em SP (24/2/12) por Guido Hunn.

    1 month ago  /  0 notes  / 

  13. Na semana retrasada eu e os Modulares demos corpo, som e vida para a música “Coração de Pedra” do grupo sessentista brasileiro Os Jovens. A canção original possui um caldo de fuzz malandro por sobre a fúria poética de um rock correto de 1967 (sendo esse o cover mais recente do Reis do Lixo) escrito por músicos de conservatório. Essa é a primeira vez que canto em português. Rumo à Pompeia me encontrar com a banda, caminhei entre ruas de paralelepípedo de momentos distantes da minha vida. Os Modulares são uma banda punk modernista paulistana com a cara de uma São Paulo do ano em que eu nasci (1979) porém não senti — afinal nem um ano de vida eu tinha. São eles Jun Santos (Rock Rocket) & Pedro Carvalho nas guitarras, Rafa Roque (Os Skywalkers) no baixo e Fábio Barbosa (ex-Gasolines) na bateria. Ensaiamos no organizadíssimo e já cheio de história Estúdio Quadrophenia (foto) do Sandro Garcia (também venerador da cultura mod, atual membro do Continental Combo e escritor de vários artigos musicais — textos podem ser lidos no blog Vítimas da Op Art). O ensaio foi bacana, mais fotos aqui. Achei um pouco estranho cantar em português. Se eu lembrar das letras, provavelmente iremos tocar “Coração de Pedra” ao vivo no próximo show dos Modulares neste sábado (7/4) às 17h (matinê) no Sattva, praça Roosevelt.

    Na semana retrasada eu e os Modulares demos corpo, som e vida para a música “Coração de Pedra” do grupo sessentista brasileiro Os Jovens. A canção original possui um caldo de fuzz malandro por sobre a fúria poética de um rock correto de 1967 (sendo esse o cover mais recente do Reis do Lixo) escrito por músicos de conservatório. Essa é a primeira vez que canto em português. Rumo à Pompeia me encontrar com a banda, caminhei entre ruas de paralelepípedo de momentos distantes da minha vida. Os Modulares são uma banda punk modernista paulistana com a cara de uma São Paulo do ano em que eu nasci (1979) porém não senti — afinal nem um ano de vida eu tinha. São eles Jun Santos (Rock Rocket) & Pedro Carvalho nas guitarras, Rafa Roque (Os Skywalkers) no baixo e Fábio Barbosa (ex-Gasolines) na bateria. Ensaiamos no organizadíssimo e já cheio de história Estúdio Quadrophenia (foto) do Sandro Garcia (também venerador da cultura mod, atual membro do Continental Combo e escritor de vários artigos musicais — textos podem ser lidos no blog Vítimas da Op Art). O ensaio foi bacana, mais fotos aqui. Achei um pouco estranho cantar em português. Se eu lembrar das letras, provavelmente iremos tocar “Coração de Pedra” ao vivo no próximo show dos Modulares neste sábado (7/4) às 17h (matinê) no Sattva, praça Roosevelt.

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  14. Pigeon Dance Beat (Taken with instagram)

    Pigeon Dance Beat (Taken with instagram)

    2 months ago  /  1 note  / 

  15. Mil afazeres. Trampo novo comendo meu tempo, mudança de casa etc. Continuo no centro de SP, voltei a morar com uma amiga de longa data, Clara Averbuck (nós também iremos gravar uma música para o Reis do Lixo). Mas o papo hoje é outro. Escrevo um pouco sobre minha viagem à Curitiba na semana retrasada, onde aproveitei os dias com O Lendário Chucrobillyman (Koti), Marco Butcher e The Fabulous Go-Go Boy From Alabama (Luis) para gravar cinco músicas e (sem querer) formar o conjunto paralelo The New South Roosters, ou na piada interna, “Os Galinhos do Sul”. A brincadeira virou um EP: “Dead Possum”. As músicas possuem as bases nas violas de Koti & Marco (foto), que também tocam percussão (Marco & Koti), teclado e banjo (Koti). Eu canto em quatro, Marco canta em uma e Luis faz backings e dá uma mão na mixagem. O som rústico, gravado na sala da casa nova do Koti, me surpreendeu. A cidade estava cinzenta e chuvosa (um pouco como São Paulo nos seus dias introspectivos de outono e inverno), excelente para tocar e compartir música. Caminhei muito pelo centro e arredores da casa do Koti, o Pilarzinho — local mais alto da cidade. Curitiba é interessante: tem pretensões de cidade grande e cosmopolita, mas te abraça bem gostoso como uma amiga íntima. É um blues daqueles de 1929. Fui pra lá gravar e discotecar na festa Garage Shok do bar Kubrick. Estava cheio, dentro e fora, todos foram para ver os shows. Revi amigos como o Waltinho, ex-Laboratório SP e cantei duas músicas do disco: Voodoo Working com Chucrobillyman e Walking With Frankie com Jesus & The Groupies — missionary style. Depois discotequei para zero pessoas, pois em Curitiba ninguém liga para DJ set em festas de rock, algo louvável. SP precisa aprender com eles. Fotos da trip aqui.

    Mil afazeres. Trampo novo comendo meu tempo, mudança de casa etc. Continuo no centro de SP, voltei a morar com uma amiga de longa data, Clara Averbuck (nós também iremos gravar uma música para o Reis do Lixo). Mas o papo hoje é outro. Escrevo um pouco sobre minha viagem à Curitiba na semana retrasada, onde aproveitei os dias com O Lendário Chucrobillyman (Koti), Marco Butcher e The Fabulous Go-Go Boy From Alabama (Luis) para gravar cinco músicas e (sem querer) formar o conjunto paralelo The New South Roosters, ou na piada interna, “Os Galinhos do Sul”. A brincadeira virou um EP: “Dead Possum”. As músicas possuem as bases nas violas de Koti & Marco (foto), que também tocam percussão (Marco & Koti), teclado e banjo (Koti). Eu canto em quatro, Marco canta em uma e Luis faz backings e dá uma mão na mixagem. O som rústico, gravado na sala da casa nova do Koti, me surpreendeu. A cidade estava cinzenta e chuvosa (um pouco como São Paulo nos seus dias introspectivos de outono e inverno), excelente para tocar e compartir música. Caminhei muito pelo centro e arredores da casa do Koti, o Pilarzinho — local mais alto da cidade. Curitiba é interessante: tem pretensões de cidade grande e cosmopolita, mas te abraça bem gostoso como uma amiga íntima. É um blues daqueles de 1929. Fui pra lá gravar e discotecar na festa Garage Shok do bar Kubrick. Estava cheio, dentro e fora, todos foram para ver os shows. Revi amigos como o Waltinho, ex-Laboratório SP e cantei duas músicas do disco: Voodoo Working com Chucrobillyman e Walking With Frankie com Jesus & The Groupies — missionary style. Depois discotequei para zero pessoas, pois em Curitiba ninguém liga para DJ set em festas de rock, algo louvável. SP precisa aprender com eles. Fotos da trip aqui.

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